segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O Vento - Os Monarcas

O VENTO
Os Monarcas

Num mundo com tantas doenças. O povo com pouca crença. Eu venho pedir cantando em sentimentos diversos, eu venho pedir ao vento dar uma volta no universo.
(Meditação)

Pedi ao vento que leve lembrança pra minha terra.
Pedi ao vento que leve paz, aonde tem guerra.
Pedi ao vento que leve fartura onde tem miséria.
Pedi ao vento que leve um beijo nos lábios dela.

O Vento foi,
O Vento veio,
Será que o vento já me atendeu?
Só resta agora você me entender,
Que esse vento é o nosso Deus! (Refrão)

Pedi ao vento que salve os jovens perdidos nas drogas.
Pedi ao vento que espalhe no céu o perfume das rosas.
Pedi ao vento que toda a nação seja gloriosa.
Pedi ao vento proteção aos filhos da mãe amorosa.

O Vento foi,
O Vento veio,
Será que o vento já me atendeu?
Só resta agora você me entender,
Que esse vento é o nosso Deus!

Pedi ao vento pra acalmar as ondas dos sete mares.
Pedi ao vento que leve harmonia a todos os lares.
Pedi ao vento que leve embora a impureza dos ares.
Pedi ao vento em orações que fiz nos altares.

O Vento foi,
O Vento veio,
Será que o vento já me atendeu?
Só resta agora você me entender,
Que esse vento é o nosso Deus!

Pedi ao vento pra nos conduzir na estrada da vida.
Pedi ao vento que encontre a criança desaparecida.
Pedi ao vento que dê ao doente conforto e guarida.
Pedi ao vento que a minha prece seja ouvida.

O Vento foi,
O Vento veio,
Será que o vento já me atendeu?
Só resta agora você me entender,
Que esse vento é o nosso Deus!

sábado, 1 de novembro de 2008

Compreender e ser compreendido!

Oi, pessoas!
Sobre o assunto que quero tratar, citarei apenas uma frase.
Às vezes falamos com linguagem corporal, às vezes um ótimo e puro Português e nem assim nos compreeendem.
Bom final de semana!



Algum Sentido

Da janela só um girassol.

No não lá-fora chove.

O vento varre a idéia do perfume da saia de flores murchas estampadas.

Sente-se o ar sorrir: é alguém que vai entrar pela porta.

A transparência das cores das flores acende o som da chuva que o alaga por dentro.

O espaço pára, escorrega, desembrulha-se.

Bailam lá fora redemoinhos de sol, cavalos de carrossel, árvores, pedras, montes, noite absoluta de luar no dia de sol lá fora.

De repente, sacode esta hora dupla como uma peneira misturando o pó das duas realidades.